O GTA nosso de cada dia

12/01/2018

Grand Theft Auto. Ou o trânsito de alguma cidade da Baixada Santista às 17h

Hoje, Cubatão lamenta a perda de mais um grande cubatense. Um esportista, formador de cidadãos. Mais uma vítima do cada vez mais inconsequente trânsito cubatense e da Baixada Santista.

Ontem mesmo, quase sofro um acidente por causa de um desses inconsequentes que se acham um Ayrton Senna ou Schumacher ao volante. Em plena rotatória da Praça da Bíblia, o cara começa a querer me ultrapassar ao lado do ponto de táxi da Praça Portugal. Enquanto o sinal estava fechado. Quase arranca tinta do meu carro, de tanto que insistiu em dividir a pista (que só cabe um carro, aliás). Ah, isso foi às duas da tarde.

Isso sem falar nas diversas vezes que tive que desviar de malucos correndo pelas ruas mais movimentadas de Santos, São Vicente, Cubatão. Muitos com suas SUVs, seus camaros, suas motos, seus carros populares tunados. Ou mesmo com seus seminovos já cambaleados. Ignorância não tem classe social.

Por tudo isso, confesso que perdi a vontade de dirigir. Quando posso, uso transporte público ou vou a pé. E mesmo assim, quantas vezes quase fui vítima de algum louco que se acha num GTA da vida enquanto dirige.

Como em tudo hoje em dia, falta empatia. Respeito ao próximo. Falta cidadania. Falta humanidade. Veículos são armas. E armas matam pessoas.

Que o professor Ná tenha sido o basta dessa loucura. Precisamos recobrar a sanidade.

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Cubatão, pelas lentes da extinta TV Tupi

28/01/2015

Fundada em 18 de setembro de 1950, a TV Tupi de São Paulo foi a primeira emissora de televisão do Brasil. Fundada pelo magnata das comunicações Assis Chateaubriand, a pioneira dentre as televisões mal completou 30 anos, encerrando suas atividades em 1980.

Em 2012, a Cinemateca Brasileira lançou um site em que disponibiliza, gratuitamente, vídeos do acervo de telejornalismo da Tupi, doados à entidade estatal, que os restaurou. Dentre as centenas de arquivos, encontrei dois vídeos sobre Cubatão, datados da década de 1960.

Os materiais estão sem áudio, em preto e branco e com desgastes devido à degradação das fitas, mas são um registro raríssimo e valioso dos primeiros anos da Cidade, emancipada de Santos em 1949.

O primeiro vídeo apresenta um passeio por Cubatão, além do registro da primeira sede da Prefeitura (atual Biblioteca Municipal). Em destaque, o prefeito à época, Luiz de Camargo da Fonseca e Silva, que dá nome ao atual Hospital Municipal de Cubatão (antigo Hospital Modelo).

No segundo material, um registro jornalístico de um parque de diversões temporário, montado na cidade. O local ficou completamente destruído após uma forte ventania.

Reuni os dois vídeos em um só arquivo, que pode ser conferido abaixo. Para mais registros interessantes, não deixe de conferir meu canal no YouTube.


Facos: 60 anos

26/12/2014
Antiga sede da Facos, na Pompeia/Santos

Antiga sede da Facos, na Pompeia/Santos

Um dos mais antigos cursos de Jornalismo do Brasil completou 60 anos em 2014: a faculdade de comunicação da UniSantos, a Universidade Católica de Santos. A antiga Faculdade de Comunicação de Santos (Facos) hoje é o Centro de Ciências da Comunicação e Artes, e já não funciona mais na sua tradicional sede da Rua Euclides da Cunha, no bairro da Pompeia. O terreno foi vendido pela universidade para um empreendimento residencial de luxo. Junto com o prédio demolido, sumiu grande parte da memória da comunicação regional, berço de jornalistas consagrados em todo o País.

Para celebrar os 60 anos do curso, a UniSantos tem convidado profissionais formados pela Facos a darem depoimentos sobre o curso. Fui um dos que participaram do projeto, que pode ser conferido aqui.

Leia abaixo meu depoimento sobre os bons tempos na Rua Euclides da Cunha, 264.
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Para os mais novos e para fins burocráticos, Centro de Ciências da Comunicação e Artes.

Mas para todos nós que nos formamos no saudoso prédio da Euclides da Cunha, sempre será a querida Facos.

Entrar naquele prédio em 2004, pela primeira vez, foi saber que meu sonho começava a se tornar realidade. Foram quatro anos de aprendizado, experiências, amizades e muito, mas muito orgulho de poder dizer de forma oficial: sou um jornalista formado.

Como esquecer a velha TV de 14 polegadas no pátio, disputada a tapas nos intervalos. Ou as impressoras matriciais e a inconfundível sinfonia quando trabalhavam freneticamente durante os fechamentos de AGÊNCIA FACOS, MURAL e ENTREVISTA. Aliás, tardes fantásticas, onde conhecemos a saudável loucura de uma redação (e onde adquiri o vício pelo café, o melhor amigo de um jornalista).

Ah, a querida biblioteca da Facos, com seus jornais e exemplares históricos, cuidados com todo carinho pelo inolvidável Marcílio!

Agradeço de coração ao empenho dos professores nessa incrível jornada. Mestres como Dirceu – rei dos churrascos e responsável por despertar o faro pela notícia com as cinco “pautinhas” semanais -, Ivani, Marcelo Di Renzo, Tecris, Paulo Börnsen, Ouhydes, grande Cláudio Lemos com suas folhas amareladas de diagramação… E o mito, a lenda: JB, meu orientador de TCC, junto com seu companheiro inseparável, o Duende Verde!

Que venham mais 60 anos de inovação, cultura, conhecimento e ensino. Se hoje faço da escrita e da comunicação o meu ofício, devo isso ao que vivi na inesquecível Rua Euclides da Cunha, 264.

Viva o jornalismo! Viva a Facos!

Allan Nóbrega – turma 2004/2007

Formandos da turma 2004/2007

Formandos da turma 2004/2007 (arquivo/nov-2007)

Formandas da turma 2004/2007

Formandas da turma 2004/2007 (arquivo/nov-2007)

 


Relembrando a tragédia que nunca deve ser esquecida

25/02/2014
Alguns dos 93 corpos oficialmente encontrados após a tragédia. Outras centenas desapareceram sob as cinzas (imagem: Reprodução/TV Globo)

Alguns dos 93 corpos oficialmente encontrados após a tragédia. Outras centenas desapareceram sob as cinzas (imagem: Reprodução/TV Globo)

Todos somos vítimas do incêndio que atingiu a Vila Socó naquele fatídico fevereiro de 1984. Vítimas do progresso desenfreado, das agressões ao meio ambiente, da desigualdade social.

O fogo destruiu incontáveis vidas, sonhos, histórias. Mas a tragédia que fez o mundo chorar acabou sendo fundamental para que o mundo também abrisse os olhos, despertasse para o grave problema ambiental e social que o dominava. O problema não era Cubatão, Bhopal, Kuala Lumpur, Chernobyl. Éramos nós.

Vila Socó foi fundamental para o renascimento de Cubatão. Depois daquela madrugada de 24 para 25 de fevereiro de 1984, passaram a fazer parte da nossa vida conceitos como ecologia e justiça social. Nossa cidade descobriu e ensinou ao mundo o quão poderosa é uma sociedade quando se une por uma causa em comum. E nenhuma causa é mais nobre que a nossa própria sobrevivência.

Nos dias e meses seguintes à tragédia, Cubatão foi o principal assunto nacional. Um batalhão inédito de jornalistas e equipes de rádio e TV se revezavam para informar ao País e ao mundo os desobramentos do episódio. Revistas tiveram que interromper a impressão de suas edições especiais de Carnaval para atualizar seus noticiários da semana. O cinza invadia as capas outrora coloridas.

Quem estava em Cubatão nessa época não esquece as imagens, os cheiros, as sensações de angústia e impotência que imperavam em todos, de autoridades a experientes repórteres e heróicos bombeiros. Todos foram transformados. Nos tornamos mais humanos após Vila Socó.

Dos escombros, surgiu a Vila São José, hoje um núcleo urbanizado e regularizado, que sedia um dos principais centros de lazer da Cidade, a Praça da Cidadania.

Mas a cada dia, a luta contra o fantasma do Vale da Morte deve persistir. Não podemos nos acomodar. Em respeito aos que se foram há 30 anos, e ao futuro de nossos filhos, a Vila Socó precisa continuar viva em cada um de nós.

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A seguir, imagens da cobertura da imprensa à época. Repare que as revistas Veja e Manchete tiveram que atualizar suas edições de carnaval, que já estavam rodando nas gráficas, o que forma uma constrangedora contradição entre a folia das imagens coloridas e o texto fúnebre dos destaques.

Agradecimentos ao jornalista Carlos Pimentel Mendes (site Novo Milênio) e ao Arquivo Público Municipal de Cubatão.

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Cubatão protesta, mas vandalismo prejudica dia histórico

19/06/2013
13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (75)

Ônibus foi destruído e incendiado na Avenida Nove de Abril

 

O dia 18 de junho de 2013 já está marcado na história de Cubatão. A onda de protestos por tudo, “não apenas por 20 centavos”, que se espalha pelo País, chegou ao Município. Dois atos foram realizados no final da tarde, reunindo centenas de pessoas. Uma bela página de nossa democracia, infelizmente prejudicada por atos isolados de vandalismo, que trouxeram o caos à região central.

Por volta das 17 horas, dezenas de pessoas, sobretudo estudantes, se reuniram no Paço Municipal para fazerem um ato contra tudo o que está errado, passando por críticas à saúde, educação, gastos públicos com a Copa do Mundo e corrupção. Pacificamente, o grupo seguiu pela Avenida Nove de Abril e rumou para o Trevo de Cubatão, onde bloquearam o tráfego nas rodovias Cônego Domênico Rangoni e Anchieta por cerca de uma hora.

Em seguida, o grupo, com mais de 500 pessoas, caminhou novamente para a avenida principal da Cidade, onde encerraram o ato.

Também no final da tarde, um outro grupo se concentrou atrás do Paço Municipal. O objetivo desse movimento, dentre o qual fazia parte a prefeita Marcia Rosa, era diferente: clamar pela paz em Cubatão.

Vestidos de branco, os integrantes caminharam pela Rua Pedro de Toledo e seguiram rumo à Praça Princesa Isabel, onde deram um abraço simbólico no logradouro público, um dos símbolos da Cidade.

Vandalismo

Depois dos atos pacíficos e democráticos, infelizmente a violência marcou presença. Um pequeno grupo, alheio aos movimentos, promoveu atos de vandalismo no Centro logo após os protestos. Lixeiras foram queimadas na Rua Manoel Jorge e vidros foram quebrados nos prédios da Prefeitura e Câmara. O Bloco Cultural foi pichado e equipamentos de sinalização foram jogados no chão.

Os vândalos entraram em conflito com policiais da Tropa de Choque, chamada para a ocorrência. Jornalistas e fotógrafos que cobriam o incidente foram atingidos com pedras e ovos.

O grupo de criminosos seguiu para a Avenida Nove de Abril, onde promoveu caos e destruição. Lixeiras foram incendiadas. Uma joalheria próxima à antiga entrada do parque Anilinas foi saqueada e destruída.

Completando o itinerário de terror, os vândalos cercaram um ônibus municipal, retiraram seus integrantes e atearam fogo ao veículo. As chamas acabaram atingindo a rede elétrica da região, que acabou prejudicada.

A Prefeitura de Cubatão lamentou o incidente. “A Prefeitura de Cubatão considera válidas as manifestações pacíficas e próprias da democracia. No entanto, lamenta qualquer excesso ou prática violenta que não combinam com as reivindicações legítimas da população. E repudia a infiltração de pessoas que se aproveitam para praticar atos de vandalismo contra órgãos públicos e propriedades particulares. O povo deve repudiar este tipo de atitude para que as manifestações não sejam desvirtuadas de seu propósito”.

O órgão também informou que o transporte público, principal item gerador do movimento nacional, foi prejudicado. “(…) não será possível manter o serviço normal de transporte público coletivo no Município durante esta quarta-feira (19). O motivo é que além do ônibus que foi queimado na Avenida Nove de Abril, outros 23 veículos da frota que realiza o transporte de passageiros no Município foram danificados. Na grande maioria, os veículos tiveram janelas e para-brisas danificados, segundo a concessionária. A Empresa informou que praticamente todos as linhas serão prejudicadas e que o serviço estará normalizado conforme os reparos nos ônibus forem concluídos”.

Diversos jovens que participaram dos protestos também lamentaram os incidentes, enfatizando o caráter pacífico do movimento.

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Veja abaixo imagens minhas e vídeo exclusivo com a situação no Centro de Cubatão após os protestos.

13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (7) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (77) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (71) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (65) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (54) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (53) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (44) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (29) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (24) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (21) 13-06-18 - Vandalismo Centro Cubatão - AN (18)


Um mês

06/06/2013

“Nascer, morrer, renascer e progredir sempre; esta é a lei”. Este é o epitáfio do túmulo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, o codificador do Espiritismo, que adotou o nome de Allan Kardec. Os praticantes da doutrina não a classificam como religião, mas uma espécie de filosofia e ciência que trata de um mundo que desperta curiosidade e muitas dúvidas.

Apesar de não ter certeza de nada quando o assunto é o que acontece depois de nossa “passagem”, ultimamente nutro uma forte esperança: que o outro mundo seja de muita luz, paz e acolhimento. Pois meu pai merece muito estar num lugar assim, após uma longa agonia de 47 dias, que culminou com a sua partida há exatamente um mês.

Só agora, depois desses tortuosos 30 dias, consigo escrever algo sobre o homem que me ensinou o caminho da vida, com a sabedoria que só 87 anos de experiência trazem consigo. Um brasileiro nascido em 31 de outubro de 1925, que trabalhou na lavoura e, como muitos, recomeçou a vida deixando o sertão nordestino em busca do novo eldorado que se apresentava: um lugar no sopé da Serra do Mar, onde estava sendo erguido o maior polo industrial do País. E o paraibano de Santa Luzia se tornou, com muito orgulho, cubatense de coração.

Aristides foi um dos trabalhadores que ergueram a imponente Companhia Siderúrgica Paulista. A falta de um diploma universitário nunca o impediu de ler, estudar e querer progredir sempre mais, acumulando certificados na escola da vida. E assim o operário virou eletricista, logo contratado pela Refinaria Presidente Bernardes, onde desempenhou com afinco seu trabalho por mais de 30 anos.

Seu Aristides, que sempre movido pelo anseio de estudar e conhecer começou a se embrenhar pelo Espiritismo, cravou: meu nome seria André Luiz, um dos espíritos mais frequentes na obra de Chico Xavier. Mas o seu lado contestador – suas brigas no meio político são um capítulo à parte – falou mais alto. Com a audácia de discordar do espírito iluminado em algumas posições, mudou de ideia. Homenagearia o codificador da doutrina: e o André Luiz aqui virou Allan Kardec, nome de grande responsabilidade, mas também de muita sorte.

Batalhador, íntegro, brasileiro. O homem humilde conseguiu criar e educar seis filhos e ver crescerem oito netos. O mesmo espírito de luta e perseverança que o fez vencer na vida o fez enfrentar com coragem e fé a agonia de um longo e sofrido tratamento de sérios problemas de saúde.

Já virou lenda na Beneficência Portuguesa de Santos o seo Ari, fênix que por tantas vezes ressurgiu das cinzas nos quase dois meses de internação, impressionando e emocionando médicos e enfermeiros.

Mas Deus quis que essa bela história se encerrasse neste plano. Apenas por aqui, porque algo me diz que ela continua, em outro lugar, bem mais perto d’Ele.

Com saudade, mas acima de tudo com muito orgulho e amor, digo: obrigado por tudo, pai.

Até um dia. Bons debates espirituais aí no Céu.

E mande um abraço para o meu xará.


Barco com jornalistas vira entre Cubatão e SV

25/11/2009

O que era para ser um momento importante nas ambições de Cubatão e São Vicente, que planejam implantar uma ligação hidroviária entre os municípios, acabou com um incidente envolvendo um grupo de jornalistas que cobriam o evento.

Nesta terça-feira (24), a Prefeita Marcia Rosa e o chefe do Executivo de São Vicente, Tércio Garcia, participaram de um passeio de inspeção de possíveis pontos que seriam usados no sistema de linhas hidroviárias entre os dois municípios, para transporte de trabalhadores do Polo Industrial cubatense, prevendo ligações intermodais (com outros tipos de meios de transporte), travessia regular para passageiros e exploração turística.

Durante a verificação do trajeto hidroviário entre Cubatão e São Vicente, na altura da Ponte Pênsil, já em território vicentino, uma das duas embarcações com jornalistas que cobriam o evento acabou tocando no barco onde estavam as autoridades. Os profissionais, assustados com o incidente, se deslocaram para um dos lados do equipamento, que acabou virando.

Dois integrantes do Corpo de Bombeiros que acompanhavam o evento salvaram os jornalistas, que não tiveram ferimentos. Houve perdas de materiais de trabalho (câmeras fotográficas e de vídeo) e objetos pessoais. Ambas as administrações municipais irão estudar como ressarcir os profissionais de imprensa.

Destaco a ação heroica do Secretário de Comunicação de São Vicente, Clóvis Vasconcelos, que mesmo na barca com as autoridades, pulou imediatamente na água, visando auxiliar na retirada dos colegas de imprensa.

Eu deveria estar neste barco que virou. Não fui porque a embarcação estava lotada. Fiquei na Náutica da Ilha junto com outros colegas repórteres de TV e de jornais, além de integrantes da assessoria de imprensa da Prefeitura. Acredito que houve um problema na questão dos coletes salva-vidas. Muitos colegas, antes de embarcarem, disseram que não sabiam nadar. Mesmo assim, os dispositivos foram deixados de lado.

Usar coletes é opcional, sim. Mas em uma embarcação aberta, como foi o caso de ontem, todo cuidado é pouco. Se o barco estivesse um pouco mais rápido, uma verdadeira tragédia teria acontecido. Que fiquem as lições deste triste e lamentável incidente e que o projeto de ligação hidroviária não seja esquecido diante do episódio desta terça-feira.

Abaixo, um vídeo exclusivo. Veja a chegada à Náutica da Ilha dos jornalistas que estavam no barco que virou. As imagens não foram editadas.

 


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