‘Timing’ é tudo

“O tempo não para”

Em política, uma coisa é fundamental e decisiva para qualquer gestão: timing. Nem antes, nem depois. Algumas medidas precisam ser tomadas na hora certa.

O tempo certo para tomar alguma medida é tão ou até mais importante que o apoio legal ou a necessidade da tal ação. Falando de gestão pública, errar o timing é pecado quase mortal.

E medidas tomadas no tempo errado têm sido frequentes neste ano, localmente e nacionalmente. E as consequências disso estão aí, aos olhos de todos. Caos, incerteza, choque, incredulidade. Desilusão.

Medidas que, se tomadas no timing correto, teriam outras consequências. Menos traumas, menos cisões, mais entendimento.

O timing de uma decisão afeta duas coisas no responsável por ela: popularidade e credibilidade. Popularidade é algo que varia com o tempo e a circunstância. Tem seus altos e baixos. Credibilidade, no entanto, é algo bem mais difícil de conseguir. E muito fácil de perder.

Há tempo de falar, há tempo de calar. Há tempo de agir, há tempo de observar. Mas sempre há tempo. Resta ao gestor correr ao lado dele ou ser superado pelo implacável “tic-tac” da política e da realidade.

Fica a reflexão.

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