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produção a partir de dados da Secretaria Municipal de Saúde de Cubatão/Secretaria Estadual de Saúde de SP/Ministério da Saúde

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Dirceu

Dirceu, com seus eternos companheiros: jornais e estudantes

Hoje as redes sociais estão inundadas de palavras emocionadas em homenagem ao mestre dos mestres. E eu tenho certeza que ele odiaria isso e sairia de fininho, com sua indefectível mochila nas costas, carregada de jornais e livros.

Mas ele que nos perdoe. Ele é o maior de todos. Ele é o homem que mudou a minha vida e a de centenas de jornalistas: Professor Doutor Dirceu Fernandes Lopes.

O jornalista premiado, o professor amado, o rei dos churrascos. O santista apaixonado. O militante aguerrido. O ser humano.

O cara que praticamente me pegou pela mão e me jogou com tudo no jornalismo. O mestre que fez isso comigo e com inúmeros profissionais. Ah, as cinco pautinhas que a gente devia levar para cada aula dele. Como isso mudou tudo. Os passeios, as conversas no corredor, os jornais e livros dados de presente num encontro casual.

“O jornalista vive de pastel e caldo de cana”.

“Todo jornalista devia ter uma foto de caveira em casa. Pra lembrar sempre que é isso que a gente vira um dia e segurar o ego”.

“ABRE A BOCA, JORNALISTA!”

A última vez que o vi, já estava debilitado. Tive o ímpeto de abordá-lo e agradecer por tudo, mas me contive. Que erro o meu.

Que haja um grande churrasco aí em cima para recebê-lo, mestre. Dirceu Fernandes Lopes, eterno!